Os RPG's que me dediquei em 2019

11:42 Phelipe Almeida 0 Comments

Esse ano de 2019 eu parei pra zerar alguns jogos de RPG que são bem avaliados pela crítica, e vim compartilhar com vocês a minha experiência com esses jogos, sei que esse tipo de publicação não agrada a todos, mas acho legal registrar esses momentos, principalmente pra quem me conhece um pouco e acompanhar o Twitter, e sabe que sou apaixonado por jogos de RPG.



Eu to desde fevereiro jogando estes jogos, na medida que tenho tempo para o mesmo. Comecei por Dragon Age: Origins, e sinceramente é um dos melhores RPG's que já joguei, tem uma história tão rica e fantástica, com personagens memoráveis, momentos desafiadores, e as vezes escolhas difíceis, muito difíceis, que mexem com nosso emocional. Eu zerei ele quase 100%, deixando pra trás somente algumas missões secundárias que estavam com Bugs, e algumas DLC's que não eram interessantes, mas a DLC Awakening, que continua a história e dá mais 12 horas de aventuras, eu joguei e fiz 100% dela. O que menos gostei foi o sistema de progressão, que é bem demorado, no fim das contas eu terminei a campanha principal com nível 18. Pra quantidade de inimigos que matei, achei pouco. Mas a história é muito rica, a jogabilidade é diferente, mas boa o suficiente pra eu achar que muitos jogos de RPG medieval deveriam adotar essa jogabilidade.




Logo depois joguei sua continuação não tão aclamada assim, mas que pra mim é incrível também, bem feita e cheio de detalhes que provavelmente a crítica ignorou e apontou como defeito do jogo (e sim, eu reparo e avalio tudo), Dragon Age II, só tem um defeito, a falta de raças além dos humanos, porém isso não é um defeito tão grave quando você entende a história que eles estão contando e qual o fundamento dela no decorrer da trilogia. O jogo é bem polido, tem opções de diálogos mais elaborados e decisivos pra nossa Party, que influência na batalha de uma certa forma. As missões agora tinham aquele sistema de pega aqui, resolve ali, devolve lá e ta feita, mas é um padrão bom, pois ajuda na progressão de certa forma. Mesmo assim, ainda tinha missões que te faziam pensar, igual no Origins, e isso é bom pra Gameplay não ficar repetitiva, a jogabilidade aqui ficou mais ação, mas eu gostei, por que tornou o jogo menos parado que no Origins. A sua história é incrível, contada por Varric, um anão amigo do nosso personagem, só que como ele está contando a história, todos os exageros dele e a falta de lembrança de como era determinado local, influência na Gameplay, e foi onde a crítica massacrou, por que toda caverna era igual, mas o personagem Varric mesmo fala que pra ele todas as cavernas são iguais, então isso se reflete na narrativa. Pra mim esse jogo é tão bom quanto o primeiro e ninguém mudará isso.




Depois partir pra próxima saga que foi Mass Effect, e eu curti também o estilo do jogo (parecido com a saga Dragon Age, porém futurista), o interessante aqui é que a temática de tiro era diferente pra mim, pois não sou acostumado, mas é o único diferencial de jogabilidade pra saga Dragon Age, e a história também é muito boa, as escolhas influenciam bastante naquele universo do jogo, e isso se reflete nos próximos jogos, já que nos 3 jogamos com o Comandante Sherpad, mas as escolhas contam bastante pras continuações. Zerei quase 100% também aqui, só não fiz umas missões secundárias, o sistema de progressão é bom, e rápido. Os gráficos são incríveis, e as missões são pouco repetitivas, uma ou outra que se parece bastante. Só achei o jogo curto.

Atualmente estou quase zerando Mass Effect 2, estou na metade do Dragon Age: Inquisition (cujo este tive que fazer upgrade do meu PC pra conseguir jogar), e estou jogando Dragons Dogma também, que é outro excelente RPG. Falarei mais deles em outras publicações. Obrigado por ter lido. Me siga nas redes sociais pra acompanhar o que falo sobre esses jogos que estou jogando e os que pretendo jogar, me deem dicas também de jogos pra zerar.