Um Tour por Assassines Creed, e o polêmico RPG
Todo mundo já deve estar careca de saber que Assassines Creed vai ganhar um novo capitulo este ano, mas precisamente, dia 10 de Novembro. E junto dele veio a tona toda uma discussão sobre os rumos que a série tomou ao se tornar um RPG. Eu particularmente acho que combinou, mas vamos chegar nessa parte até o final desse texto.
Antes de continuarmos, queria dizer que, as vezes demoro pra postar aqui no Blog, mas é por bons motivos. Eu estou escrevendo 2 livros lá no Wattpad, e isso tem me consumido um pouco, além de eu estar lendo sobre Assassines Creed e zerando os jogos da Saga, o que demanda um certo tempo também, mas eu espero que todo esforço valha a pena, pois é por isso que demoro a publicar aqui, este é um Blog sobre coisas especiais relacionadas a temas que gostamos, noticia já tem um monte de site, blog e canal do Youtube que faz, eu procuro criar matérias memoráveis que instiguem as pessoas a assistir algo, ou jogar algo. Notícias são facilmente esquecíveis, por mais que importantes, já uma matéria bem escrita, te marca nem que seja um pouco, e eu agradeço a compreensão de todos, obrigado por ser um leitor do Blog... Agora sem enrolação, vamos falar sobre Assassines Creed.
ERA DE ALTAIR
Bem, não podemos falar de uma franquia tão grande, sem citar uma franquia antiga que deu origem a isso tudo, que talvez, seja tão grande historicamente quanto toda a saga Assassines Creed. Todo mundo sabe, ou quase todo mundo, que foi Príncipe da Pérsia, que originou toda a ideia de Assassines Creed, com seu Parkour revolucionário ainda na era do Playstation 2, a franquia Príncipe da Pérsia marcou toda uma geração, e sua mudança pra geração Xbox 360/PS3, não foi lá muito boa, o jogo lançado pra Xbox 360, o "The Forgotten Sands" foi considerado fraco em história, jogabilidade repetitiva, e nada de inovador na franquia além dos gráficos. Mas a Ubisoft já preparava um novo jogo pra franquia, se chamaria "Prince of Pérsia: Assassines", já tinha todo o conceito do primeiro Assassines Creed ali, porém no meio do caminho, vendo que a franquia já não estava tendo o mesmo impacto nos jogadores, eles mudaram a ideia, nascendo assim "Assassines Creed", o primeiro jogo da franquia quando lançado foi um marco, fez um enorme sucesso e recebeu críticas ótimas pra sua historia, gerando assim 1 pre-quel pra historia do primeiro jogo, que foi lançado para Iphone e Nintendo DS chamado "Assassines Creed: Altair Chronicles", e logo depois saiu para PSP, o jogo "Assassines Creed: Bloodlines", que era uma continuação direta do primeiro jogo e um fim pra história de Altair.
ERA DE EZIO
Ainda sim, o primeiro jogo foi considerado fraco no "mundo aberto" dele por conter coisas repetitivas. Mas foi com Assassines Creed II, que tudo mudou, com uma história centrada em Ezio Auditore, desde o seu nascimento até sua vida adulta, tivemos uma história de conspirações e vingança, continuando mexendo com elementos misticos, mas dessa vez tendo figuras histórias no elenco, como Leonardo da Vinci, que ajuda Ezio em sua jornada com suas invenções e enorme sabedoria, com cidades cheias de coisas pra se fazer, personagens cativantes, mecânicas novas, e dando mais enredo ao "mundo real" fora do Animus, com a historia no tempo presente centrando no grupo de Assassinos tentando salvar o mundo até o dia 21 de Dezembro de 2012, onde rolava aquele mito do calendário Maia. A Historia de Ezio ainda ganhou 2 sequencias, uma chamada "Brotherhood" e outra que contava com participação de Altair, chamada "Revelations". Nesta época também começou a ser lançado os livros da Saga Assassines Creed, que recomendo bastante pra quem não joga, mas quer uma boa história.
ERA DOS KENWAY
Logo depois da conclusão Ezio, veio Assassines Creed III, com um novo protagonista nos tempos passados, agora centrado na época da Independência dos Estados Unidos, jogamos com Connor, um Índio que é treinado por um mestre assassino. Com uma historia emocionante, e cheia de reviravoltas, temos um dos melhores gráficos da época, mapas enormes pra explorar, com atividades secundárias pra caramba (o único que zerei 100% até agora), e um Parkour com muitas variedades, podendo subir até montanhas e árvores. No tempo presente no jogo, faltam apenas alguns dias pro 21/12/2012, e a resposta pra impedir o Apocalipse, esta justamente na vida de Connor, lutando pela libertação do seu povo. Logo depois veio o Assassines Creed Black Flag, que é o mais bem avaliado de toda a Saga, tendo recebido diversos prêmios pela sua gameplay que inclua na maior parte do tempo, batalhas navais e a vida dos piratas da época, ele conta a historia do avô de Connor, se passando muitos e muitos anos antes de Assassines Creed III. Pra mim, um dos melhores protagonistas até agora, foi Edward Kenway. Logo depois, veio Assassines Creed Rogue, que se passa no meio do III e do Black Flag, e conta a historia de um Assassino que virou um Templário, devido as atitudes erradas dos Assassinos, que estavam agindo pior que os Templários. É o mais curto da série, e na minha opinião ele serviu tanto pra mostrar os dois lados da moeda, como dar um encerramento a alguns personagens.
Logo depois do Rogue, vem Assassines Creed Unity, que na real, o Rogue termina, justamente aonde o Unity começa, e os dois foram lançados no mesmo dia pra plataformas diferentes, e logo depois deste, veio o Syndicate, eu não vou me aprofundar nestes, por que ainda não joguei, e por que eles são um pouco mais do mesmo, mas suas histórias são boas, e quando eu jogar eles, pretendo trazer sobre eles numa publicação separada.
ERA DO RPG
Agora entramos nos jogos de RPG, que tenho que confessar que estou jogando o Assassines Creed Origins, e o Odyssey eu joguei o começo, mas assisti meu irmão zerando o Odyssey. Nos jogos anteriores, depois do III, não tínhamos mais um protagonista no tempo presente do jogo, era só um personagem qualquer, trabalhando na Abstergo, hackeando computadores pra conseguir acesso a arquivos dos protagonistas do passado. Agora no Origins somos introduzidos a Layla, que está tentando chamar a atenção da Abstergo, e nisso em sua caverna com um Animus, ela está concentrada na vida de Bayek de Siwa e Aya. Ali ela descobre a origem não só do que parece ser os templários, mas como surgiu a ordem dos assassinos. Aqui em Origins é que somos introduzidos ao sistema de RPG. Mas se você que jogou, parar pra pensar, Assassines Creed sempre foi um RPG, desde os primeiros jogos, tínhamos que comprar armadura, melhorar equipamento, tínhamos ferramentas, tipos diferentes de inimigos, missões principais e secundárias. Todos os elementos de RPG estavam ali, acho que esse foi o elemento surpresa do Origins, pois estavam todos cansados do formato de gameplay da saga que se manteve até o Syndicate, no Unity e Syndicate, tinha um sistema parecido já com um RPG, onde você ganha XP pra conseguir pontos de habilidade e desbloquear coisas novas. Mas sem sistema de Level, e o combate ainda "simplificado". Mas tava todo mundo enjoado disso, ter passado pra um combate mais desafiador, com sistema de level, dificuldade ao combater inimigos fora do seu nível, tornaram pra mim, na minha humilde opinião, o jogo mais foda. Por que sempre teve todos os elementos de RPG ali, mas ele não se assumia, então ter mudado quando ficou saturado, foi a melhor coisa pra Saga.
E no Assassines Creed Odyssey, que ficou ainda melhor esse sistema de RPG, com habilidades pra usar, melhoramento de armas e armaduras mais complexo, e um sistema de mercenários te caçando, foi melhor ainda.
Agora, vamos lá, todo fã de Assassines Creed, deveria jogar o Odyssey, pois por mais que a historia principal dele não seja lá essas coisas, ele é responsável por conta como surgiu a ideia dos Templários, os elementos fantasiosos da mitologia grega, como os Ciclopes, Medusa e etc, se você não jogou as DLC's, recomendo, lá explica que eram experiências daqueles que vieram antes, então é comum que exista isso no jogo e que poderia existir em outros jogos, como Assassines Creed Valhala. Além disso, o jogo mostra quem deu origem a linhagem de todos os assassinos dali pra frente - já que é o jogo que se passa mais tempo no passado - e com isso mostra o por que de todos os outros jogos terem acontecido voltando sua atenção pra Juno. O por que do fim do mundo de 2012, ele da um encerramento pra personagens do Presente que apareceram nos primeiros jogos da Saga. É um jogo que agrega e muito ao universo da franquia, eu não quero dar spoilers demais aqui, to contando o básico, mas eu recomendo muito que você como fã, deixe de ser chato, e jogue, um RPG as vezes não faz mal pra ninguém, ainda mais um que é divertido e você pode cumprir a historia principal numa boa sem precisar fazer quase nenhuma missão secundária. Então, vai na fé. E se ainda sim você não quiser dar uma chance, tudo bem, malaka.
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Enfim gente, esse foi meu Tour por toda a Saga Assassines Creed, bem básico, sem muitos spoilers, pra vocês aproveitarem bem, façam que nem eu, joguem tudo que puderem de Assassines Creed, é divertido, uma aula de historia também, e com um enredo muito interessante. E ai, vai dar uma chance pra Saga? E você fã, vai jogar o Odyssey?
Trarei mais coisas sobre Assassines Creed aqui no Blog até dia 09 de Novembro, pra preparar vocês pro novo jogo, vai ter curiosidades, ideias descartadas, e uma discussão básica sobre a Saga.
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