Os tablets vão desaparecer do mercado?
Sorrateiramente, os tablets conseguiram conquistar muitos. Com a ideia de um "mini-computador", ou um "super-celular sem chip", essa é uma categoria que tentou revolucionar o mercado. Em 2010, a Apple lançava o primeiro iPad: as pessoas compravam o produto sem saber nem para que servia. A partir de 2011, várias outras empresas começaram e investir no segmento, até os dias atuais. Mas, nos dias de hoje, a "febre dos Tablets" não continua a mesma. Mas porquê? E mais: Os tablets vão desaparecer do mercado?
Em um cenário tão
grande, as fabricantes criaram concorrentes próprios para os seus próprios
tablets. O fato é que, eles não foram incluídos em uma categoria específica:
computadores de bolso? E os Phablets? Os Smartphones, cada vez maiores,
chamados de "Phablets", surgem com a proposta de um "pc de
bolso". Por exemplo: Qual seria a necessidade de se comprar um Tablet,
quando se tem um smartphone de, digamos, 5,7", e um notebook. A não ser
que dispositivo em questão traga diversos diferenciais, e isso é o que não
vimos em nenhum modelo, de nenhuma fabricante.
Esses diferenciais
começam a surgir agora: o iPad Pro, por exemplo, é a proposta da Apple de um
Tablet diferente, com uma Stylus, voltado para um público específico: mas é um
Tablet com seus diferenciais. Com ele, a maça tenta reinventar um segmento que parece
estar sendo esquecido pelo público e deixado em segundo plano por outras
fabricantes. Mas a Apple não é a única que está focada em reverter o jogo.
Quase todas as empresas estão, com seus híbridos 2 em 1. A proposta é a de um
Notebook, que pode ser destacável, ou seja, virando tablet, quando se separa do
seu teclado. Se o problema, que eu sugeri acima, é de não haver necessidade de
se ter um notebook e um tablet, o mercado conseguiu encontrar uma solução
plausível.
Então, os Tablets
vão desaparecer do mercado? Depende; Se grandes empresas conseguirem trazer
para esses computadores de bolso, diferenciais atraentes, e colocá-los em uma
categoria específica, é provável que o segmento cresça, indo contra os índices
de vendas atuais. Se o foco, daqui por diante, for transformá-los em notebooks
híbridos (2 em 1), estaríamos falando de uma adaptação da categoria. E ambos os
fatores já estão acontecendo: poucas empresas começaram, ano passado, a
investir pesado na categoria; outras preferem por transformar o segmento em
outro. Eu acredito que esses "diferenciais atraentes" serão focados
no mercado corporativo, daqui pra frente, enquanto nós, público comum, teremos
que nos adaptar aos híbridos 2 em 1 que o mercado nos dá.
Na sua opinião, qual
seria o caminho que os tablets deveriam tomar daqui pra frente?
Para mais artigos como esse, acompanhe o TechPhone no Telegram:






